O Museu do Prado é o mais importante museu da Espanha e um dos mais importantes do mundo. Apresentando belas e preciosas obras de arte, localiza-se em Madrid e foi mandado construir por Carlos III. As obras de construção se estenderam por muitos anos, tendo sido inaugurado somente no reinado de Fernando VII.
Museu do Prado ganha Doodle do Google em aniversário de 200 anos

O Google celebra com um Doodle, nesta terça-feira (19), o aniversário de 200 anos do Museu do Prado, o maior da Espanha e um dos mais importantes do mundo. Projetado pelo arquiteto Juan de Villanueva, o prédio foi sede de um centro de ciências naturais antes de ser convertido em museu pelo Rei Fernando VII e pela rainha María Isabel de Braganza. O local abriu as portas ao público em 19 de novembro de 1819 com 311 pinturas e sob o antigo nome de Real Museo de Pintura y Escultura. Atualmente, traz coleção de mais de 5 mil itens de artistas como Velazquez, Goya, El Greco, Rembranbdt e Rafael.
O Doodle exibido no Brasil, na Espanha e em mais 28 países, traz referências a diversas pinturas famosas exibidas no museu, como “Carlos V en la Batalla de Mühlberg”, de Tiziano, e “El caballero de la mano en el pecho”, de El Greco. São sete obras fictícias que formam, juntas, a palavra “Google” e que ladeiam um quadro com a fachada do museu, ao centro. Segundo o criador da imagem, o designer Nate Swinehart, foi necessário desenvolver uma nova técnica de pintura digital para conseguir chegar ao resultado que imita uma pintura a óleo.
O Museu do Prado é parada obrigatória para quem visita Madri. Localizado no Circuito del Arte, próximo do Museo Reina Sofía e outros museus, o prédio ocupa quase uma quadra inteira de uma das principais avenidas da capital espanhola, a Paseo del Prado. Dada a extensão do local, a organização oferece planos de visita que vão de uma a três horas de passeio, a depender do que o visitante deseja ver.
O destaque é a coleção de Francisco Goya, um dos principais artistas europeus da Idade Contemporânea e que era vivo na época da inauguração do Museu. Desde novembro de 2018, quando foram iniciadas as comemorações do bicentenário, visitantes puderam explorar 133 pinturas e 500 desenhos, entre outros documentos sobre o pintor. Entre elas estão o acervo do próprio Prado, assim como obras emprestadas pelo Palácio Real.
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Embora o museu tenha sido fundado em 19 de novembro em 1819, o edifício que serve de sede foi desenhado em 1785 pelo arquiteto Juan de Villanueva como Gabinete de Ciências Naturais por ordem de Carlos III. Seu neto, o rei absolutista Fernando VII, se encarregaria de depositar, décadas depois, parte das coleções reais formadas desde o século XVI, primeiro com os Habsburgo e posteriormente com os Bourbon. Na imagem, um grupo de estudantes visitam o Museu do Prado.
ANDREA COMAS

Entre as peças que acumularam os diferentes monarcas espanhóis, destacam-se tesouros como 'O jardim das delícias', do Bosch; 'O cavaleiro com a mão no peito', de El Greco; 'As meninas', de Velázquez, e 'A família de Carlos IV', de Goya. Na imagem, uma das salas do museu.
ANDREA COMAS

Um visitante contempla a obra 'O jardim das delícias', de Hieronymus Bosch.
ANDREA COMAS

Desde o início da Guerra Civil Espanhola, em 1936, foi desenvolvida a mais importante operação de salvamento de patrimônio espanhol da história: um êxodo que se prolongou durante três anos em que as forças republicanas evacuaram da Espanha as principais obras do museu. Na imagem, um pintor reproduz uma das obras expostas no Prado.
ANDREA COMAS

Atualmente gerenciado por Miguel Falomir, o Prado teve cerca de trinta diretores ao longo de sua história. Durante a Guerra Civil, Pablo Picasso foi nomeado diretor pelo Governo da Segunda República, embora nunca chegou a tomar posse, mas também jamais foi destituído. Na imagem, uma visitante observa o quadro 'Decapitação de São João Baptista e banquete de Herodes', de Strobel.
ANDREA COMAS

Ao longo destes dois séculos, o número de visitantes foi crescendo exponencialmente até alcançar os 3.672.853 em 2018. Na imagem, uma visitante tira uma foto com a obra 'As meninas', de Velázquez.
ANDREA COMAS

Neste período, várias reformas foram realizadas no edifício Villanueva original, a primeira em 1847. Na imagem, 'Felipe IV', retrato de Velázquez.
ANDREA COMAS

O projeto de ampliação mais ambicioso foi realizado entre 2001 e 2007, quando Rafael Moneo desenhou um anexo à sede original, a chamada ampliação dos Jerónimos. Na imagem, um grupo de turistas estrangeiros visita o Museu do Prado.
ANDREA COMAS

Atualmente, o Prado possui 8.100 obras, das quais cerca de 1.300 são exibidas em suas salas ao longo de todo o ano da coleção permanente. Na imagem, um visitante observa o tríptico 'A carroça de feno', do Bosch.
ANDREA COMAS

Entre as joias da pinacoteca, além dos anteriormente mencionados, destacam-se quadros como 'A anunciação', de Fra Angélico; 'O descida da cruz', de Roger van der Weyden; o 'Autorretrato de Alberto Durero' e 'As três graças', de Rubens. Na imagem, visitantes em uma galeria do Prado, ao fundo no centro está a obra 'As três graças', de Rubens.
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Um visitante observa os desenhos da exposição de Goya que encerra o programa de comemoração dos 200 anos do museu.
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Fachada do edifício do Museu do Prado, em Madri.
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Museu do Prado ganha Doodle do Google em aniversário de 200 anos
O Google celebra com um Doodle, nesta terça-feira (19), o aniversário de 200 anos do Museu do Prado, o maior da Espanha e um dos mais importantes do mundo. Projetado pelo arquiteto Juan de Villanueva, o prédio foi sede de um centro de ciências naturais antes de ser convertido em museu pelo Rei Fernando VII e pela rainha María Isabel de Braganza. O local abriu as portas ao público em 19 de novembro de 1819 com 311 pinturas e sob o antigo nome de Real Museo de Pintura y Escultura. Atualmente, traz coleção de mais de 5 mil itens de artistas como Velazquez, Goya, El Greco, Rembranbdt e Rafael.
O Doodle exibido no Brasil, na Espanha e em mais 28 países, traz referências a diversas pinturas famosas exibidas no museu, como “Carlos V en la Batalla de Mühlberg”, de Tiziano, e “El caballero de la mano en el pecho”, de El Greco. São sete obras fictícias que formam, juntas, a palavra “Google” e que ladeiam um quadro com a fachada do museu, ao centro. Segundo o criador da imagem, o designer Nate Swinehart, foi necessário desenvolver uma nova técnica de pintura digital para conseguir chegar ao resultado que imita uma pintura a óleo.
O Museu do Prado é parada obrigatória para quem visita Madri. Localizado no Circuito del Arte, próximo do Museo Reina Sofía e outros museus, o prédio ocupa quase uma quadra inteira de uma das principais avenidas da capital espanhola, a Paseo del Prado. Dada a extensão do local, a organização oferece planos de visita que vão de uma a três horas de passeio, a depender do que o visitante deseja ver.
O destaque é a coleção de Francisco Goya, um dos principais artistas europeus da Idade Contemporânea e que era vivo na época da inauguração do Museu. Desde novembro de 2018, quando foram iniciadas as comemorações do bicentenário, visitantes puderam explorar 133 pinturas e 500 desenhos, entre outros documentos sobre o pintor. Entre elas estão o acervo do próprio Prado, assim como obras emprestadas pelo Palácio Real.
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Um passeio pelo Museu do Prado em comemoração ao seu bicentenário
12 fotos
Em 19 de novembro celebram-se os 200 anos da instituição espanhola

Embora o museu tenha sido fundado em 19 de novembro em 1819, o edifício que serve de sede foi desenhado em 1785 pelo arquiteto Juan de Villanueva como Gabinete de Ciências Naturais por ordem de Carlos III. Seu neto, o rei absolutista Fernando VII, se encarregaria de depositar, décadas depois, parte das coleções reais formadas desde o século XVI, primeiro com os Habsburgo e posteriormente com os Bourbon. Na imagem, um grupo de estudantes visitam o Museu do Prado.
ANDREA COMAS

Entre as peças que acumularam os diferentes monarcas espanhóis, destacam-se tesouros como 'O jardim das delícias', do Bosch; 'O cavaleiro com a mão no peito', de El Greco; 'As meninas', de Velázquez, e 'A família de Carlos IV', de Goya. Na imagem, uma das salas do museu.
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Um visitante contempla a obra 'O jardim das delícias', de Hieronymus Bosch.
ANDREA COMAS

Desde o início da Guerra Civil Espanhola, em 1936, foi desenvolvida a mais importante operação de salvamento de patrimônio espanhol da história: um êxodo que se prolongou durante três anos em que as forças republicanas evacuaram da Espanha as principais obras do museu. Na imagem, um pintor reproduz uma das obras expostas no Prado.
ANDREA COMAS

Atualmente gerenciado por Miguel Falomir, o Prado teve cerca de trinta diretores ao longo de sua história. Durante a Guerra Civil, Pablo Picasso foi nomeado diretor pelo Governo da Segunda República, embora nunca chegou a tomar posse, mas também jamais foi destituído. Na imagem, uma visitante observa o quadro 'Decapitação de São João Baptista e banquete de Herodes', de Strobel.
ANDREA COMAS

Ao longo destes dois séculos, o número de visitantes foi crescendo exponencialmente até alcançar os 3.672.853 em 2018. Na imagem, uma visitante tira uma foto com a obra 'As meninas', de Velázquez.
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Neste período, várias reformas foram realizadas no edifício Villanueva original, a primeira em 1847. Na imagem, 'Felipe IV', retrato de Velázquez.
ANDREA COMAS

O projeto de ampliação mais ambicioso foi realizado entre 2001 e 2007, quando Rafael Moneo desenhou um anexo à sede original, a chamada ampliação dos Jerónimos. Na imagem, um grupo de turistas estrangeiros visita o Museu do Prado.
ANDREA COMAS

Atualmente, o Prado possui 8.100 obras, das quais cerca de 1.300 são exibidas em suas salas ao longo de todo o ano da coleção permanente. Na imagem, um visitante observa o tríptico 'A carroça de feno', do Bosch.
ANDREA COMAS

Entre as joias da pinacoteca, além dos anteriormente mencionados, destacam-se quadros como 'A anunciação', de Fra Angélico; 'O descida da cruz', de Roger van der Weyden; o 'Autorretrato de Alberto Durero' e 'As três graças', de Rubens. Na imagem, visitantes em uma galeria do Prado, ao fundo no centro está a obra 'As três graças', de Rubens.
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Um visitante observa os desenhos da exposição de Goya que encerra o programa de comemoração dos 200 anos do museu.
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Fachada do edifício do Museu do Prado, em Madri.
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